Matheus Fernandes · Marketing estratégico
Eu não entro para você gastar mais em marketing. Entro para achar onde a sua empresa já deixa lucro na mesa, e para fazer de você a imagem da sua própria marca.
A cadeia
Porque ele foi feito para caber no orçamento, não para vender. E isso começa muito antes do post.
Você acha R$ 2 mil caro. Então compra o pacote que cabe em R$ 2 mil.
Pacote barato não paga estratégia. Paga execução. Tráfego, social, design, vídeo e gestão por R$ 2 mil não existe com qualidade.
Execução sem estratégia copia referência da internet. E a referência da internet já é cópia de outra cópia.
O resultado é um marketing bonitinho, idêntico ao do seu concorrente.
E igual não vende. Não existe diferencial, porque ninguém teve coragem de testar o que foge do óbvio.
Enquanto isso, a marca grande lançou a tendência e já saiu dela. Você chega meses depois, copiando o que morreu.
Aí a conclusão vem pronta: “marketing não funciona” ou “a minha equipe de marketing é ruim”.
A sua empresa faz exatamente o que você direciona. Se ela está fazendo mais do mesmo, o problema não é a sua equipe de marketing. É que ninguém está direcionando.
O social media, o videomaker e a agência não são o problema. Gente competente recebendo pedido solto, sem meta e sem acesso ao que importa, entrega mais do mesmo. É o que qualquer um entregaria.
Sete sintomas
Nenhum deles é sobre falta de marketing. Todos são sobre falta de direção, e cada um tem uma frente de trabalho diferente.
Se eu entrasse hoje, eu olharia primeiro para
Isto não é um diagnóstico. É o começo de um. O diagnóstico de verdade olha os seus números, não sete frases genéricas. Mas já dá para dizer por onde eu começaria a perguntar.
Conversar sobre issoA promessa
As restrições não são bônus de venda. Elas são o produto. É o que separa o meu trabalho de “investir mais em marketing”.
Ninguém novo para contratar. A direção é sobre quem já está aí.
A mídia paga encarece sozinha todo ano. Crescer dependendo dela é crescer com a despesa subindo sem você decidir nada.
Se a solução exige mais horas suas, ela não resolveu. Só transferiu.
Vender mais e sobrar menos é um problema com cara de sucesso.
Empresa que só anda quando o dono empurra não é empresa. É emprego caro.
A régua: se a ação aumenta faturamento mas exige mais gente, mais mídia ou mais esforço seu sem melhorar a margem, ela não passa.
Agência vende execução por mês. Eu vendo margem maior no fim do ciclo. Quem compara os dois preços está comparando coisas diferentes.
Como funciona
Não é um pacote. É uma ordem de trabalho, e a ordem muda conforme o que o diagnóstico encontra.
Margem por produto, tempo de resposta ao lead, taxa de fechamento, quanto da receita vem de cliente antigo. É daqui que sai a frente prioritária: uma, não quatro.
Funil comercial, indicação ativa, ticket e precificação, retenção. Qual entra primeiro depende do diagnóstico, nunca de um modelo pronto.
O núcleo do método. Todo cliente passa por aqui.
Só se ela já existir. Eu não abro verba nova para consertar o que é problema de direção.
Transversal. O que você vende e como você conta isso atravessa todas as outras fases.
Não existe resposta certa. Existe teste feito. O resto é achismo, inclusive o meu.
Fase B
Você contrata influenciador porque não aceitou que o dono é a mídia mais barata que a empresa tem. Quem bota a cara vende mais, e não depende de funcionário, de contrato nem de agenda de terceiro.
João Adibe (Cimed) e Luciano Hang (Havan) provam a tese. Mas o caso que interessa é Pastor Evandro, da Uai Veículos, em Socorro/SP: cerca de 500 carros por mês, e ele não é bilionário. É um empresário que aparece.
Meu papel aqui é te ensinar até você fazer sozinho. Nunca produzir no seu lugar.
Quem está do outro lado
Audiovisual, tráfego pago, marketing imobiliário, inteligência artificial e gestão de comunicação. Eu executei cada uma dessas frentes antes de cobrar direção sobre elas. É por isso que consigo pedir, orientar e avaliar a sua equipe de marketing com propriedade.
Não entro para demitir ninguém nem para executar tudo sozinho. Entro para dar direção ao time que você já tem.
A sua empresa não precisa mandar ninguém embora. Precisa parar de deixar cada pessoa da equipe de marketing trabalhar sem direção.
Um erro meu, de dois anos atrás
Alguém queria anunciar no rádio por R$ 300 por mês. Eu disse: “não, bota esses R$ 300 em tráfego, você alcança 100 mil pessoas”. Errei. O rádio falava diretamente com quem procurava e comprava aquilo. O alcance maior não era a recomendação mais assertiva.
A lição: alcance não é resultado, o óbvio nem sempre é o certo, e sem teste é tudo achismo. Inclusive o meu, dois anos atrás.
Antes de falar comigo
Todo dia eu publico o mesmo tipo de raciocínio que está nesta página: marketing sem romantização, bastidor de decisão, o que ligar entre marketing e venda, e por que o dono precisa aparecer. É a forma mais barata de descobrir se eu penso como você precisa.
O convite
Uma conversa. Você me conta o cenário, eu digo onde eu olharia primeiro e por quê. Você decide o que fazer com isso, inclusive nada. Não é apresentação de vendas, e não custa nada.
O que eu quero é ajudar empresário a colocar o marketing no lugar certo: ligado à meta do negócio, com direção, e medido pelo que sobra no fim do mês.